quarta-feira, 10 de junho de 2009

ATUALIDADES - CORÉIA

Coréia: Quem dividiu?

INTRODUÇÃO

Nos dias 14 e 15 de junho, os líderes das duas Coréias realizaram um encontro histórico em Pyongyang, depois de 55 anos de isolamento. O encontro não teve como objetivo discutir a reunificação, mas questões específicas que interessem aos dois países e mesmo não produzindo mudanças imediatas, a cúpula por si só foi considerada de grande importância, na medida em que reabre o diálogo entre os governos coreanos do norte e do sul.


A HISTÓRIA DA CORÉIA

A história recente da Coréia foi marcada pelo domínio estrangeiro, primeiro e durante séculos da China e mais recentemente do Japão, num período de expansão neocolonialista, como parte de um processo que pretendia transformar o Japão na principal potência oriental.
O desenvolvimento capitalista do Japão iniciou-se com a "Revolução Meiji", a partir de 1868, que levaria o país à modernização industrial segundo o modelo ocidental, preservando aspectos da cultura nacional. Não só o modelo industrial foi adotado, mas também a política expansionista e imperialista: interveio em uma rebelião na Coréia em 1895, levando-o a uma guerra com a China. A vitória japonesa garantiu a independência da Coréia, que ficou sob influencia do Japão, sendo anexada em 1910.
A dominação da Coréia pelos japoneses foi caracterizada por grande violência, não apenas militar,mas cultural, quando o ensino da língua coreana nas escolas foi substituído pelo ensino do japonês, a sociedade e os costumes modificaram-se profundamente, a industria e a economia integraram-se por completo no sistema de produção japonês e verificou-se um acelerado processo de expansão.
A principal reação nacionalista ocorreu em 1° de março de 1919, com a manifestação de milhares de coreanos, que foram violentamente reprimidos pelo governo japonês, quando mais de 20.000 pessoas morreram e cerca de 50.000 foram presas. Em Xangai, formou-se um governo coreano no exílio.


A SEGUNDA GUERRA

Durante a Segunda Guerra Mundial os coreanos lutaram ao lado das tropas chinesas contra o Japão e isso fez com que os aliados aprovassem e apoiassem a Independência da Coréia, a partir de uma resolução firmada na Conferencia do Cairo em 1943. No período final da Guerra, as duas conferencias mais importantes, em Yalta e Potsdan definiram a divisão da Coréia pelo paralelo 38, em duas zonas de influência: Sob o norte influência soviética e sob o sul a norte-americana. Percebe-se também na Coréia o início da "Guerra Fria".
O final da década de 40 foi marcado pelo aumento da tensões internacionais com o Bloqueio de Berlim, a explosão da primeira bomba atômica soviética (1949) e com a Revolução Chinesa. Os EUA ocuparam o Japão e definiam o ritmo e as características de sua reorganização.


A CORÉIA

Terminada a Segunda Guerra Mundial a Coréia foi ocupada por tropas estrangeiras, segundo o acordo de Potsdan: os soviéticos acima do paralelo 38 e os norte americanos abaixo. O pretexto era garantir a liberdade da Coréia, eliminando-se por completo a presença japonesa. No entanto essa divisão e a ocupação militar refletia o início da Guerra Fria, ou seja, o início da disputa imperialista entre as duas superpotências". Ao ocupar a região norte, os soviéticos pretendiam expandir seu modelo sócioeconômico e político, enquanto que os EUA pretendiam consolidar sua influência em regiões consideradas estratégicas no extremo oriente. Já era possível prever que a unificação não ocorreria, os interesses das potências separaria os coreanos.
Em 1947, formaram-se dois governos, sendo que apenas o do sul foi reconhecido pela O.N.U. No ano seguinte constituíram-se dois Estados autônomos: A República Popular Democrática da Coréia ( ao norte com o sistema comunista) e a República da Coréia ( ao sul, com o sistema capitalista). Em 1949, a maior parte das tropas estrangeiras retirou-se do país.


A GUERRA DA CORÉIA

O conflito iniciou-se em 25 de julho de 1950, quando tropas norte-coreanas ultrapassaram o paralelo 38o e dominaram a cidade de Seul. Dois dias depois os Estados Unidos enviaram suas tropas para defender a Coréia do Sul, sob o comando do General Douglas Mac Arthur, responsável por reconquistar os territórios dominados e invadiu o Norte, avançando até a fronteira com a China, com o objetivo de conquistar toda a Coréia do Norte. No entanto, em novembro a China entrou na guerra, apoiando os norte coreanos e foi considerada como agressora pela Nações Unidas; mesmo assim, continuou seu avanço em direção à Seul, ao mesmo tempo em que os Estados Unidos intensificaram sua presença militar.
Em 1952, temendo um novo conflito mundial, os EUA adotam uma política defensiva, preocupada em preservar a Coréia do Sul sob sua influencia, aceitando a separação do norte; além disso, os gastos com a guerra e a elevada mortalidade foi determinante para a assinatura de um armistício em 27 de julho de 1953, suspendo o conflito, mas não as hostilidades. As Coréias estavam separadas.

Na Coréia do Norte, o governo comunista manteve a aliança com chineses e russos e tirou partido dos conflitos que envolveram esses dois países, aumentando sua autonomia política. No entanto, do ponto de vista econômico, aumentou a dependência junto à URSS, que tinha condições de abastecer o país com produtos industrializados e armamentos. O desenvolvimento de uma política militarista e armamentista, inclusive com um programa nuclear, promoveu a concentração de recursos, a diminuição da produção agrícola e determinou o empobrecimento da população. No entanto, no início da década de 70 o analfabetismo estava erradicado e o sistema de saúde estatal atendia a toda a população.


FOTOS AULA DE CAMPO SOUZA-PB - POLIVALENTE









REALIZADA NO DIA 06/06/2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

GABARITO PE 1º ANO

1-. Explique a Guerra que ocorreu entre os anos de 1846 e 1847, onde o Presidente James Polk baseado na Doutrina Monroe, implantou em parte da América.

R – Conflito entre os EUA x México, onde os americanos passeado na visão de expansionismo americano compram os territórios do México(Texas, Alta Califórnia, Novo México, Utah, Nevada Arizona e oeste do colorado.


2-. Defina:

a) BIG STICK ( A Política do Porrete )

R = Intervenção dos Eua na América central, que se tornou o quintal dos americanos, casos os histereses americanos fossem ameaçado


b) REPÚBLICAS DAS BANANAS –

R = Um conjunto de republiquetas controlada por uma empresa americana “US FRUIT” especializada no sistema de plantation.



3º - Quais a mudanças ocorrida em CUBA com relação aos EUA, quando em 1959 Fidel Castro lidera um revolução vitoriosa, assumindo o poder deste Pais?


R = Implantação do sistema socialista, tendo uma aproximação com a antiga URSS, nacionalizando várias empresas norte-americanas. Etc.



4 Que relação podemos Analisar a Criação do Nafta, Mercosul e provavelmente a ALCA com a Doutrina Monroe?


R = São blocos econômicos existentes no continente americano, que se a criação da alça se concretizar, estará consolidado o que foi dito em 1823 –“ A América para os americanos”



5º - Por Que a economia dos Franco-canadenses não prevaleceu sobre a economia dos Anglo-canadenses, sendo eles os primeiros a ocupar o território.

R = Os francos-Canadenses não se preocuparam em preparar seus jovens para serem técnicos , homens de negócios ou cientistas, enquanto os Anglos-Canadeses se prepararam.


6 º - Explique qual a teoria de juan Rudolf Kjellen sobre a Geopolítica.

R = Geopolítica como o estudo da relação entre território e organização política. Para ele os Estados nascem, crescem, envelhecem e morrem. O estado mais forte dominariam os menos fortes.


7º - Que relação poderíamos fazer entre as teorias de Halford John Mackinder e Nicolas John Spykman sobre a Geopolítica por eles analisados?


R = Halford diz quem dominasse o coração da ilha mundo ( o Heartland), dominaria o mundo. Já Nicolas John Spykman se opunha essa teoria, pois o mesmo defendia o de rimland (região dos limites) etc.


8 º Localize no mapa os paises andinos, colocando cada nome nos seus respectivos lugares.


9 – O principal problema vivido pelos colombianos nesse inicio de século XXI, diz respeito as convulsões sociais. Quatro grupos se “enfrenta”. Quais são esses grupos?

R – O Governo, A guerrilha de esquerda(FARCs), Os paramilitares e narcotraficantes.


10 – Qual pais que tem um presidente que mudou a constituição do seu pais para que ele pudesse permanecer mais tempo centralizando o poder em suas mãos, e outro pais que tem como destaque o seus produto interno bruto que mais cresceu na América Latina nos últimos anos sendo elogiado pelo FMI?


R – Venezuela e Chile.





REDAÇÕES EM DESTAQUES - "GLOBALIZAÇÃO"

GLOBALIZAÇÃO


Observa-se, que a medida que o mundo se globaliza, fica mais fávil a integração entre seus povos, com isso se tem uma evolução em diversas áreas, tais como: Ttecnológicas, Dientificas e Economicas.
Hoje vemos reportagens em outros continentes, no mesmo instantes que está acontecendo, temos a internet onde falamos e vemos pessoas em lugares extremamente distantes.
Encontram cura poara doenças, inventam vírus, robôs, bombas, satélites artificiais. Comcluimos que esse desenvolvimento é bom, mas a forma que será utilizada é precocupante, com isso o mundo fica vulnéravel ao poder do ser humano.
A globalização provocou um aumento na desigualddade social e no desemprego, possibilitando assim um declinio na economia de paises subdesenvolvido e por haver pouca mão-de-obra qualificada, o homem está sendo substituido por máquinas que fazem o mesmo trabalho em menos tempo e com mais perfeição.

Texto: Maria Alcione Lima Amarante
Escola polivalente - 3º ano - Juazeiro do Norte.




GLOBALIZAÇÃO E SUAS AÇÕES.


A globalização nada mais é que a "máscara" do capitalismo, ou seja, com o fim do socialismo o capitalismo tornou-se (com raras exeções) o sistema economico dominante, e essa interação entre países chamado de GLOBALIZAÇÃO, expande e fortifica esse sistema.
É bem verdade que a globalização traz muitas vantagens e facilidades nos sectores de comunicão, cientifico, transporte e principalmente na economia, ela prega o progresso da humanidade e o desenvolvimento dos países, mas vemos que não é essa a realidade. Muitos países, regiões e pessoas estão na linha da miséria e algumas a baixo dela, pois a tecnologia que trouxe melhorias e conforte na vida das pessoas, também reduziu a mão de obra humana deixando muitos desempregados, a criminalidade se aproveita dessa facilidades para expandir suas ações: Tráfico de drogas, de mulheres e crianças e o terrorismo, sem falar nas gradativas destruições provocadas no meio ambiente por causa das explorações das riquezas.
Com isso, a globalização ´e apenas uma forma dos países ricos explorarem os paises pobres e as destruições que ela está causando, contribuirá não para o progresso, mas para a destruição da humanidade.

Texto: Júlio César Ferreira Alves
Escola polivalente - 3º ano - Juazeiro do Norte.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

GRIPE SUINA


Surto de gripe suína de 2009.
Influenza A (H1N1)Classificações e recursos externos

Virus influenza
CID-10
J10.
A influenza A subtipo H1N1
[1][2], chamada anteriormente de gripe suína ou gripe porcina, gripe mexicana,[3] gripe norte-americana, [4] influenza norte-americana[5] ou nova gripe, [3] é uma doença infectocontagiosa ocasionada por uma variante do Influenzavirus A H1N1.
Teve início no
México em abril de 2009 e começou a espalhar-se pelo mundo gradativamente. O vírus original da gripe suína foi isolado pela primeira vez em 1930 em um porco.[6]
Índice[
esconder]

Forma de contágio

A gripe H1N1 2009 é uma doença causada por um vírus que pode atacar humanos
A contaminação se dá da mesma forma que a
gripe comum, por via aérea, contato direto com o infectado, ou indireto (através das mãos) com objetos contaminados. Não há contaminação pelo consumo de carne ou produtos suínos. Cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius destrói quaisquer microorganismos patogênicos. Não foram identificados animais (porcos) doentes no local da epidemia (México). Trata-se, possivelmente, de um vírus mutante, com material genético das gripes humana, aviária e suína.
O vírus da
gripe suína (não o vírus Influenza A/H1N1 que está actualmente infectando as pessoas) causa uma doença respiratória altamente contagiosa entre os suínos, sem provocar contudo grande mortalidade. Habitualmente não afecta humanos; no entanto, existem casos esporádicos de contágio, laboratorialmente confirmados, em determinados grupos de risco. A infecção ocorre em pessoas em contacto directo e constante com estes animais, como agricultores e outros profissionais da área. A transmissão entre pessoas e suínos pode ocorrer de forma directa ou indirecta, através das secreções respiratórias, ao contactar ou inalar partículas infectadas. O quadro clínico da infecção pelo virus da gripe suína é em geral idêntico ao de uma gripe humana sazonal.
Os suínos podem igualmente ser infectados pelo virus da
influenza humano, assim como pelo virus da influenza aviário e pelo suíno. Quando os vírus da influenza de diferentes espécies infectam simultaneamente o mesmo animal (como por exemplo o suíno), podem reorganizar-se geneticamente e originar uma nova estirpe de vírus, tal como aconteceu actualmente com a emergência deste novo virus circulante Influenza A/H1N1. A análise do vírus sugere que ele tem uma combinação de características das gripes suína, aviária e humana. Especificamente esta combinação, não havia sido vista até agora em humanos ou em suínos, e a sua origem é ainda desconhecida. Mas, felizmente, a conclusão inicial é a de que o vírus se espalha mais facilmente entre os porcos, e o contágio de humano para humano não é tão comum e simples quanto o da gripe comum.
O virus é transmitido de pessoa para pessoa, e o papel do suíno na emergência desta nova estirpe de virus encontra-se sob investigação. Contudo, é certo que não há qualquer risco de contaminação através da alimentação de carnes suínas cozinhadas. Cozinhar a carne de porco a 71 graus
Celsius mata o vírus da influenza, assim como outros vírus e bactérias. [7]

sintomas

Sintomas
Assim como a gripe humana comum, a influenza A (H1N1) apresenta como sintomas febre repentina, fadiga, dores pelo corpo, tosse. Esse novo surto, aparentemente, também causa mais
diarreia e vômitos que a gripe convencional.

Tratamento
De acordo com a
OMS, os medicamentos antiviral oseltamivir e zanamivir, em testes iniciais mostraram-se efetivos contra o vírus H1N1.[8]
Ter hábitos de higiene regulares, como lavar as mãos, é uma das formas de prevenir a transmissão da doença.
[9]

Polêmica

Passageiros do metrô na Cidade do México usando máscaras de proteção em 24 de Abril de 2009.
Os
suinocultores, temendo um impacto negativo sobre as vendas de carne de porco -- o governo egípcio por causa da gripe ordenou o sacrifício de todo o rebanho suíno daquele país (estimado em 300 mil cabeças) -- propuseram mudar o nome da doença de gripe suína, para gripe mexicana,já que a doença surgiu no México, ou "gripe norte-americana", já que teria surgido simultaneamente no México e no sul dos Estados Unidos, e uma vez que o consumo de carne suína não transmite a doença.
O
Brasil é o quarto maior exportador mundial de carne suína. Ao final de 2008, tinha exportado 1,48 bilhão de dólares (pouco mais de três bilhões de reais) – um aumento de 20% em relação a 2007. Em 28 de abril, a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), enviou à diretoria geral da Organização Mundial da Saúde, um pedido de mudança da denominação da gripe. [3]
Em 30 de abril, a OMS passou a referir-se à doença como influenza A ( H1N1),
[10] e a comissária da Saúde da União Européia, Androulla Vassiliou, em comunicado à imprensa, falou em "nova gripe". [11] "O vírus é cada vez mais humano e cada vez tem menos a ver com o animal", explicou Dick Thomson, porta-voz da instituição.

Surto de 2009
Ver artigo principal: Surto de gripe suína de 2009

Há 985 casos confirmados da doença, em 20 países, onde 590 no México, com o maior número de casos registrados e 25 mortes, e 226 nos Estados Unidos, com um caso fatal.
[12]
Países que apresentam casos de contaminação: Canadá (34),Áustria (1), Hong Kong (1), Dinamarca (1), Alemanha (3), Israel (2), Holanda (1), Nova Zelândia (3), Espanha (13), Suíça (1) e Reino Unido (13).
Em sua escala de risco de pandemia, criada em
2005, na qual o nível máximo é 6, a Organização Mundial da Saúde aumentou o nível de alerta, em relação à influenza A (H1N1), de 4 para 5, sendo este o maior nível já registrado, desde a criação da escala.

Vacina
Existe uma
vacina para os porcos, porém ainda não se descobriu uma que possa ser utilizada pelos humanos.[13] A vacina destinada à prevenção da gripe "convencional" oferece pouca ou nenhuma proteção contra o vírus H1N1. O Japão anunciou que pretende desenvolver uma vacina eficaz.[14] Também o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) estão a investigar formas de tratamento. O Instituto Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização Mundial de Saúde em uma pesquisa para elaborar uma vacina preventiva contra a gripe suína e tem previsão de finalizar o processo dentro de quatro a seis meses.[15]
Todavia, segundo Karl Nicholson, da
Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha, se o vírus evoluir para uma pandemia, a primeira onda vai chegar e irá embora antes que uma vacina tenha sido produzida. [16]


Profe: Alano Hellery