sexta-feira, 15 de abril de 2011

ATIVIDADES AGRARIA DA AMERICA LATINA


EUA-
- Potencia econômica do mundo.
-Um dos maiores produtores de: petróleo,gás natural, eletricidade e carvão.
-Agricultura: pequena participação 1,2%.
-Destaca-se: volume e variedade de produtos e mecanização.
-1º lugar na produção: Fumo, milho e frutas
-2ºlugar: produção de algodão e trigo.
-Distribuição feita em faixas: de leste a oeste.
-Variação de produtos de norte a sul.:
Cinturão do trigo: norte e noroeste.
           do milho: Centro-leste
           do algodão: no sul e sudeste
Cultivo de frutas: sul do golfo do México e a oeste da costa do pacifico.
- Pecuária:  maiores rebanhos do mundo: bovino suíno e ovino:
Centro ocidental: criação extensiva de corte.
Nordeste: criação intensiva – cinturão do laticínio.

CANADA:
Agricultura é praticada ao sul de quase toda província – praire
Planície de : manitoba e alberta.
Grande potencial na extração de madeira no norte
Estrada de ferro transcontinental- desenvolvimento da exportação do trigo
Vale do são Lourenço e grandes lagos: policultura intensiva.
Proximidade de VANCOUVER, região costeira: atlântico – bacalhau, lagosta e arenque.
Pacifico – salmão.

MEXICO:
1917 inicio da reforma agrária.
45% das terras foram vendidas a particulares
55% propriedade coletiva – éjidos (70 famílias – pueblos)
Milho ocupa 60% da área cultiváveis – alg., café, cana de açúcar e trigo.
Rebanhos: bovinos e suínos ao sul do planalto central.
- Relação com o Nafta – Facilidade de acesso com os EUA.

AMÉRICA CENTRAL
Setor primário é a base da economia – PLANTATION.
Cultura tropicais: café, algodão banana, cacau, tabaco e abacaxi. A industrialização se destaca em cuba
Canal do panamá: liga os oceanos pacifico e atlântico.

PAISES ANDINOS.
Reduzida industrialização.
Extrativismo e agricultura são a base da economia:
Venezuela e Colômbia: petróleo, café
Equador: petróleo e frutas tropicais.
Peru; chumbo, prata, pescado
Entender as relações entre os presidentes – Hugo Chaves, Evo Morales etc. – com o movimento Bolivariano, e a tentativa da implantação do Socialismo do Século XXI na América.

AMÉRICA PLATINA:
ARGENTINA: Chaco: cana-de-açúcar e algodão
-Mesopotâmia: arroz, fuma milho, algodão e criação bovina
Pampa: mais rica região.- cereais(trigo, aveia cevada etc)
50% dos produtos agrícolas
66% bovinos e 50% ovinos.
70% industrias
Patagônia: clima muito frio – pecuária extensiva predomina.
Agricultura pequena voltada para exportação( pêra e maça ) Rio Negro
Piemonte andino: clima desértico – destaque agricultura irrigada de vinhedo e oliveira. (oásis de mendonza)

URUGUAI:
Criação bovino e ovino é semi-extensiva.-
prod. Para exportação: carne,couro , lã e óleo vegetal
Industria de menor importância.

PARAGUAI.
CULTURA DE ALGODÃO E TABACO- EXPORTAÇÃO: madeira e quebracho

sexta-feira, 11 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

FUSOS HORÁRIOS GERAL


O que são fusos horários?

    

      


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Países como Tonga e Kiribati e as Ilhas Chatham, que pertencem à Nova Zelândia, estão próximos da Linha Internacional da Data e separados entre si por alguns poucos minutos. Kiribati, por exemplo, é um arquipélago cortado pela Linha da Data. Enquanto a capital Bairiki estará comemorando o 1º de janeiro, as ilhas à leste – que estão no meridiano 180º oeste – têm que esperar quase um dia para fazer o mesmo. Igual paciência precisam ter os habitantes de Samoa Ocidental, também na Oceania.

A doença do fuso horário

           O jet lag ou doença do fuso horário é muito comum quando se atravessa muitos fusos horários em pouco tempo. Esse problema acontece devido a um descompasso entre os ritmos internos do organismo e os externos. Além da queda no desempenho e na concentração, a doença pode resultar em irritabilidade, cefaléia, taquicardia e alteração dos padrões de sono e fome. Ela também é comum em pessoas que estão submetidas a turnos irregulares de trabalho.
A adaptação a um novo fuso horário pode levar de 3 a 18 dias. Evitar café e bebidas alcoólicas e ter uma boa noite de sono na véspera da viagem são as principais recomendações para ajudar o organismo a acostumar-se ao novo ritmo.

Por que a redução de quatro para três fusos no Brasil?

                           Desde 25 de junho, o Brasil deixou de ter quatro fusos horários.

                              O território brasileiro está localizado a oeste do Meridiano de Greenwich (fuso zero), abrangendo o fuso -2, fuso -3 e fuso -4 (não existe mais o fuso -5), isto quer dizer que em virtude da sua grande extensão territorial, em vez de quatro fusos. O primeiro fuso (-2 horas GMT) sobre as ilhas oceânicas e mais 2 fusos (-3 e -4 horas em relação a GMT) sobre o território Brasileiro. O horário de Brasília (horário oficial brasileiro) continua -3 horas em relação ao GMT. Portanto todo horário sob território brasileiro é atrasado em relação a hora GMT ou UTC. A imagem mostra a nova configuração dos fusos sobre o território brasileiro de acordo com a nova legislação.

                        Com a extinção do fuso localizado no extremo-oeste da região Amazônica, os moradores do Acre, de parte do Amazonas e de parte do Pará tiveram que ajustar seus relógios. O Acre, que estava duas horas atrás em relação ao horário de Brasília, fica agora com uma hora de diferença. O Pará ficou com o mesmo horário do Distrito Federal. No Amazonas, onde parte dos municípios tinha duas horas de diferença com a capital federal e outra parte tinha uma hora, a diferença agora é de uma hora em relação a Brasília, em todo o Estado.

                    A região amazônica está muito perto da linha do Equador, então a luminosidade é maior, o que ajuda. No caso do Amazonas, por exemplo, os dois fusos que cortavam o Estado causavam transtornos. Se alguém localizado no extremo-oeste do Estado quisesse falar com Manaus, precisaria estar atento aos horários locais, principalmente em órgãos públicos.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Aula de Campo interagindo com o meio ambiente

Novembro de 2010
Alunos do 3 Ano - polivalente Juazeiro-ce

Alano Hellery professor da Escola Polivalente afirma que a aprendizagem é um processo que ocorre em todos os lugares e não somente na sala de aula. O ver, o sentir, o tocar, tornam as experiências mais significativas e o que se ouve em sala adquire um caráter mais real, mais palpável. O estudo, in loco dos achados paleontológicos de Santana do Cariri possibilitará aos alunos conhecer de perto os vestígios deixados pelos primeiros animais que habitaram o Ceará durante a pré-história. Além disso, o estudo das condições de relevo, vegetação, clima, altitude, formações geológicas, ajudarão a conhecer melhor a Bacia Sedimentar do Araripe.
As ações desenvolvidas pela equipe formada por mais dois professores (Ribamar e Herbet) foram:
- Informações preliminares sobre a Chapada do Araripe e da cidade de Santana do Cariri;
- Anotação dos dados para a confecção dos relatórios e cálculos a serem requisitados pelos professores;
- Subida ao Pontal da Santa Cruz
- Visita ao Museu de Paleontologia de Santana do Cariri para conhecimento do acervo;
- Audição de palestra informativa sobre os estudos paleontológicos realizados na região.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010